sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mas acontece sempre um vento frio




Sabe aquele momento em que tu ouves uma música e vem toda uma estória na sua cabeça? Pois então. Eu tinha parado com essa coisa de sentir o coração na mão, eu tinha parado...
Sinto-me como se estivesse andando a beira de uma estrada escura, sozinha. Queria por algum momento falar de tudo o que eu sinto, mas não dá, não sai, ou pelo menos não entendem.
Ainda há uma fuga, uma rota.. A música toca, meu coração toca, minha vida roda, e essa tristeza me consome, me morde, me destrói.
Eu luto bastante pelas pessoas, mas quando eu desisto, já era, me perdeu. Costuma doer muito em mim, mas me perdeu.
Quem só acredita no visível tem um mundo muito pequeno, e talvez... talvez  eu saiba, em algum lugar no fundo da minha alma, que o amor nunca dura. Meu cérebro e coração bem que já podiam começar a entender.
É certo que quando somos crianças somos loucos para crescer, mas é mais certo ainda que quando crescemos ficamos loucos para sermos crianças, mas por quê? POOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR QUÊ eu odeio tanto as coisas que passo e faço, será se apenas continuarei sentindo-me extasiada pelos estudos? Apenas me encontrarei nisso?
Não sei se por tristeza, ou sei lá, mas não tô bem, tô com febre, dor ..:/ e não dá para escrever, meus dedos doem, eu quero, mas não dá.
PODE ISSO, ARNALDO?

Nenhum comentário:

Postar um comentário